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@lulamemesoficial

Flávio Bolsonaro, no debate da Globo (23/10), às 23h48

Você está devendo mais por causa do atual governo.

Palavras exatas, às 23h48

“Você tá devendo mais ou menos por causa do atual governo? Você tá devendo mais.”

Veredito

MENTIRA PARCIAL

Tem parte verdadeira, mas o ponto central está errado, exagerado ou fora de contexto de um jeito que muda o sentido.

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O que a checagem encontrou

A maior parte da dívida das famílias já existia em 2022. A dívida com os bancos era 49,1% da renda em dez/2022 e é 49,9% em jul/2026 (Banco Central); sem financiamento de casa, caiu de 31,2% para 30,8%. Na CNC, 77,9% das famílias tinham dívidas em 2022; hoje são 81,7%.

A análise completa

Flávio afirma que os brasileiros estão mais endividados por causa do governo Lula. Nas palavras dele: “Você tá devendo mais ou menos por causa do atual governo? Você tá devendo mais”. A maior parte da dívida das famílias já existia em 2022. A dívida com os bancos era 49,1% da renda em dez/2022 e é 49,9% em jul/2026 (Banco Central); sem financiamento de casa, caiu de 31,2% para 30,8%. Na CNC, 77,9% das famílias tinham dívidas em 2022; hoje são 81,7%. O que mostram as fontes: Banco Central (SGS, série 29037: endividamento das famílias com o SFN em relação à renda acumulada dos últimos 12 meses) (20/10/2026): “{"data":"01/12/2022","valor":"49.14"} [...] {"data":"01/01/2026","valor":"49.92"} [...] {"data":"01/07/2026","valor":"49.86"}”. Banco Central (SGS, série 29038: endividamento das famílias com o SFN, exceto crédito habitacional, em relação à renda) (20/10/2026): “{"data":"01/12/2022","valor":"31.16"} [...] {"data":"01/07/2026","valor":"30.81"}”. CNC (Peic 2022), relatório publicado pelo Poder360 (19/01/2023): “Em 2022, 77,9% das famílias no País contraíram dívidas nas principais modalidades [...] recorde da série anual iniciada em 2010.”. Jornal do Comércio (Agências) (09/10/2026): “caiu de 82% em agosto, recorde da série histórica, para 81,7% em setembro.”. Aos Fatos (02/10/2026): “Já o total de pessoas endividadas — aquelas que assumiram parcelas futuras em compras ou empréstimos, mas não necessariamente estão inadimplentes — permanece estável. [...] Para comparação, em dezembro de 2022 , o endividamento atingia 49% das famílias — 31% se não levarmos em consideração financiamentos imobiliários.”.

O que foi checado

Flávio afirma que os brasileiros estão mais endividados por causa do governo Lula.

As 5 fontes

Cada fonte foi aberta e lida. O trecho abaixo de cada uma é o que sustenta o veredito.

  1. Fonte 1 · Banco Central (SGS, série 29037: endividamento das famílias com o SFN em relação à renda acumulada dos últimos 12 meses)

    Série temporal 29037 (abre em nova aba) 20/10/2026 · dado oficial
    “{"data":"01/12/2022","valor":"49.14"} [...] {"data":"01/01/2026","valor":"49.92"} [...] {"data":"01/07/2026","valor":"49.86"}”
  2. Fonte 2 · Banco Central (SGS, série 29038: endividamento das famílias com o SFN, exceto crédito habitacional, em relação à renda)

    Série temporal 29038 (abre em nova aba) 20/10/2026 · dado oficial
    “{"data":"01/12/2022","valor":"31.16"} [...] {"data":"01/07/2026","valor":"30.81"}”
  3. Fonte 3 · CNC (Peic 2022), relatório publicado pelo Poder360

    Endividamento e inadimplência no Brasil - Peic 2022 (abre em nova aba) 19/01/2023 · documento oficial
    “Em 2022, 77,9% das famílias no País contraíram dívidas nas principais modalidades [...] recorde da série anual iniciada em 2010.”
  4. Fonte 4 · Jornal do Comércio (Agências)

    Inadimplência cai em setembro, mas famílias comprometem mais renda com dívidas (abre em nova aba) 09/10/2026 · veículo de imprensa
    “caiu de 82% em agosto, recorde da série histórica, para 81,7% em setembro.”
  5. Fonte 5 · Aos Fatos

    Checamos a live de Flávio Bolsonaro (abre em nova aba) 02/10/2026 · agência de checagem
    “Já o total de pessoas endividadas — aquelas que assumiram parcelas futuras em compras ou empréstimos, mas não necessariamente estão inadimplentes — permanece estável. [...] Para comparação, em dezembro de 2022 , o endividamento atingia 49% das famílias — 31% se não levarmos em consideração financiamentos imobiliários.”

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