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@lulamemesoficial

Flávio Bolsonaro, no debate da Band (18/10/2026), às 21h18

“um policial militar que estava em serviço”

Ver no vídeo (21:18:45) (abre em nova aba)

Veredito

FATO

Verdadeiro no essencial.

O que a checagem encontrou

Verdadeiro. O sargento Roger Dias da Cunha (PMMG) foi baleado em 5/1/2024 em Belo Horizonte, durante a abordagem e perseguição a dois suspeitos de furto de veículo, portanto em serviço. A morte cerebral foi confirmada em 7/1/2024 (Agência Senado; Itatiaia).

O que foi checado

Flávio afirma que o sargento PM Dias estava em serviço quando foi assassinado.

As 3 fontes

Cada fonte foi aberta e lida. O trecho abaixo de cada uma é o que sustenta o veredito.

  1. Fonte 1 · Agência Senado

    Senado aprova restrição às 'saidinhas' de presos; texto volta para a Câmara (abre em nova aba) 20/02/2024 · documento oficial
    “Esse trecho foi incluído pelo relator em homenagem ao sargento Roger Dias da Cunha, da Polícia Militar de Minas Gerais. Ele foi baleado na cabeça no dia 5 de janeiro, após uma abordagem a dois suspeitos pelo furto de um veículo em Belo Horizonte. O autor dos disparos era um beneficiado pela saída temporária que deveria ter voltado à penitenciária em 23 de dezembro e era considerado foragido da Justiça.”
  2. Fonte 2 · Rádio Itatiaia

    Policial que morreu após ser baleado em BH é sepultado nesta terça-feira (9) (abre em nova aba) 09/01/2024 · veículo de imprensa
    “Sargento da PM, Roger Dias da Cunha foi morto durante perseguição a criminosos [...] O sargento Roger Dias da Cunha, que teve morte cerebral após ser baleado na cabeça por um criminoso no bairro Novo Aarão Reis, na última sexta-feira (5), será velado e sepultado nesta terça-feira (9)”
  3. Fonte 3 · Senado Federal (Comissão de Segurança Pública)

    Parecer (SF) nº 1, de 2024 – CSP, sobre o PL 2253/2022 (relator: senador Flávio Bolsonaro) (abre em nova aba) 06/02/2024 · documento oficial
    “dar à Lei de que trata o presente PL o nome de “Lei Sargento PM Dias”, integrante da Polícia Militar de Minas Gerais, morto comum tiro à queima roupa durante uma perseguição policial na capital mineira, sendo o autor do crime um beneficiário do benefício da saída temporária.”