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@lulamemesoficial

Flávio Bolsonaro, no debate da Band (18/10/2026), às 21h14

“Diferente do que acontece hoje, que quantas vezes você chega num posto de saúde e nenhuma dipirona tem”

Ver no vídeo (21:14:19) (abre em nova aba)

Veredito

SEM DADOS

Não há dado público que confirme nem que desminta.

O que a checagem encontrou

É uma pergunta retórica ("quantas vezes você chega num posto de saúde e nenhuma dipirona tem") que dá a entender que hoje falta dipirona com frequência. Não há dado nacional público que confirme ou desminta isso para 2025-2026, só relatos locais (Campo Grande em jan/2023, Mari-PB em jul/2026). A última pesquisa nacional achada (CNM, jul/2022, governo Bolsonaro) apontou falta de dipirona em 65,6% dos municípios que responderam. A compra para os postos cabe a municípios e estados, com parte do dinheiro vindo da União.

O que foi checado

Flávio afirma que hoje, no governo Lula, falta com frequência dipirona (remédio básico) nos postos de saúde.

As 3 fontes

Cada fonte foi aberta e lida. O trecho abaixo de cada uma é o que sustenta o veredito.

  1. Fonte 1 · Ministério da Saúde

    Medicamentos e Insumos de Aquisição Descentralizada (Componente Básico da Assistência Farmacêutica) (abre em nova aba) 30/12/2024 · documento oficial
    “As ações e serviços relacionadas ao Cbaf são executados de forma descentralizada. Isso significa que estados, municípios e o Distrito Federal são responsáveis por garantir: Seleção e planejamento dos medicamentos; Compra, armazenamento e controle da validade; Distribuição e entrega aos pacientes (dispensação).”
  2. Fonte 2 · CNN Brasil

    CNM aponta falta de medicamentos básicos em mais de 80% das cidades (abre em nova aba) 15/07/2022 · veículo de imprensa
    “Uma pesquisa da Confederação Nacional de Municípios (CNM) apontou que 80,4% dos 2.469 municípios que responderam à consulta relataram falta de medicamentos básicos da assistência farmacêutica. [...] As maiores ausências relatadas foram de amoxicilina (68%), dipirona (65,6%), dipirona injetável (50,6%), prednisolona (45,3%), azitromicina (42%) e ambroxol (39,6%).”
  3. Fonte 3 · Correio do Estado

    Sem dipirona nos postos de saúde, preços variam 370% nas farmácias (abre em nova aba) 25/01/2023 · veículo de imprensa
    “O remédio que é utilizado como analgésico para tratar dores moderadas ou intensas está em falta em diversas unidades básicas de saúde (UBSs) da Capital, conforme já publicado na edição de ontem.”

Fonte única ou indireta: tratar com cautela e conferir antes de publicar.